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Eficiência em híbridos de milho incrementa produtividade e rentabilidade no campo

Cereal ganha destaque no maior evento agrícola do Norte e Nordeste do País

Cultura que ganha cada vez mais representatividade na pauta agrícola da Bahia, a produção de milho, já em fase de colheita, deve chegar a 1,2 milhão de toneladas na safra 2018/2019 da região, segundo as últimas projeções da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba). Atentos aos resultados e preparados para o planejamento do próximo ciclo, produtores rurais participam de 28 de maio a 1º de junho, do Bahia Farm Show, maior evento do agronegócio do Norte e Nordeste brasileiro, que acontece em Luís Eduardo Magalhães.

Em vitrines demonstrativas do evento, a Morgan Sementes e Biotecnologia apresenta inovações em híbridos de milho como o MG515 e MG545, resultado de melhoramento genético e biotecnologia de ponta para obtenção de alta produtividade e maior estabilidade no campo em condições adversas, como clima e pressão de pragas e doenças. Destaque também para o MG711, que tem demonstrado desempenho acima da média na região em sacas por hectare.

“Temos investido fortemente em pesquisa e desenvolvimento para apoiar os produtores com soluções integradas que possam aumentar a eficiência no campo, maximizar a produtividade e agregar qualidade ao mercado de grãos”, diz Diogênes Panchoni, engenheira agrônoma e líder de Marketing da Morgan.

Biotecnologia nos híbridos – Os híbridos Morgan estão disponíveis com a tecnologia PowerCore™ Ultra, que apresenta ação de quatro proteínas inseticidas reduzindo a chance de resistência simultânea e auxiliando no manejo das principais pragas que atacam a cultura do milho, como a lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda), lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus), broca-do-colmo (Diatraea saccharalis), lagarta-rosca (Agrotis ipsilon), lagarta-da-espiga (Helicoverpa zea) e lagarta-preta-das-folhas (Spodoptera cosmioides). Outras duas proteínas conferem tolerância aos herbicidas glifosato e glufosinato de amônio, o que proporciona controle de um amplo espectro de plantas daninhas e permite que a lavoura expresse seu máximo potencial produtivo, simplificando e reduzindo custos de manejo. A tecnologia tem a aprovação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).

 

FONTE: OPA ASSESSORIA EM COMUNICAÇÃO

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